BRASIL: UMA PANELA DE PRESSÃO (OU ESTAMOS PERDIDOS)

O QUE ACONTECERÁ QUANDO A PANELA DE PRESSÃO EXPLODIR?

(SEM) INSPIRAÇÃO

HOJE ACORDEI INSPIRADO. MAS ACHO QUE EXPIREI.

SOBRE SER CULTO

A VIDA NÃO SE RESUME AO FACEBOOK.

A REVOLUÇÃO DOS MACACOS

SOMOS TODOS MACACOS, ALGUNS MAIS MACACOS QUE OUTROS.

NU

HOJE ME DEU VONTADE DE ESTAR NU.

01 outubro 2009

Eu, jornalista 1

Aproveitando o embalo, vou fazer uma série de postagens sobre o jornalismo em geral. Minhas opiniões e minhas perspectivas em relação a essa carreira tão bonita e tão complexa. Pontos positivos e negativos, na visão de um pré-estudante de jornalismo.

Nesta primeira postagem, gostaria de deixar claro as grandes mentes que me fizeram escolher essa profissão. São profissionais extremamente brilhantes, como Antônio Abujamra, Heródoto Barbeiro, Caco Barcellos, Maria Lydia Flandoli, Marcelo Tas, Fernanda Young, Diogo Mainardi e tantos outros gênios que ficaria horas citando.

Não acredito que um jornalista tem que ser nem que ele consegue ser imparcial. Quero exercer essa profissão de modo que eu consiga influenciar a opinião das pessoas. Pensar que a imparcialidade existe em qualquer imprensa do mundo é uma visão extremamente romantica pra mim.

Alguns de meus sonhos profissionais é, um dia, ser entrevistado pela fantasticamente inteligente Fernanda Young e pelo gênio Antônio Abujamra; trabalhar na revista Veja ou no programa Profissão Repórter; deixar minha marca, assim como todos os citados acima deixaram. Sonho em fazer um jornalismo diferente, um pouco fora dos padrões normais. Será que estou sonhando demais? Talvez. Mas se eu não virar um apresentador sensacionalista ou um repórter de celebridade, já será meio caminho andado.

Obs1 - Na foto, Ernesto Varella, vulgo Marcelo Tas.
Obs2 - Duas postagens seguidas... incrível hein!!

Enfim, jornalismo

Hoje irei fazer a inscrição na PUC Campinas para a faculdade de jornalismo. Depois de fazer diversos cursos que não tem nada a ver comigo (eletroeletrônica e mecânica de usinagem), dessa vez será, enfim, o jornalismo.

Esse é meu primeiro passo! Estou ansioso até pela inscrição. Todos dizem que jornalismo não dá dinheiro. O fato é que, então, eu serei um pobre feliz!

Vem ni mim jornalismo!!!

Obs1 - Esse sou eu feliz!
Obs2 - 80 reais de taxa de inscrição é uma facada hein!

29 setembro 2009

O Amor (Momento Brega)

O que é o amor? Já escrevi, reescrevi, pedi ajuda especializada, li poesias e assisti a diversos filmes, mas, ainda assim, não consegui chegar na profundidade que o tema merece. Descobri que não sei nada sobre o amor. Essa descoberta me deixa um tanto chateado, já que todos nós amamos ou iremos amar um dia; essa é uma verdade universal.

Talvez eu não saiba nada sobre o amor porque escrever sobre ele me deixaria um tanto desprotegido. Não há sentimento mais honesto que este. Talvez também seja pelo tabu cultural de que amor é coisa de mulher. Não que isso seja uma verdade, mas o fato é que elas estão bem mais preparadas que nós para expressá-lo... requer um grau evolutivo que ainda não temos.

Resumidamente, quem ama quer proteger e ser protegido... quer estar ao lado ou pelo menos ouvir a voz do outro. Mas quem disse que o amor é um sentimento resumível? Coisas complexas não podem sê-lo. Amar é não temer ao outro, por mais que as brigas sejam recorrentes. O amor é democrático. Ele permite que não haja necessariamente um concenso sobre todos os assuntos entre as duas partes. O amor é tirano. Nos obriga a pensar no outro durante 24h por dia, a sonhar com o outro noite após noite, a ouvir as músicas mais bregas e se identificar com elas.

Dizem que o amor se deve a reações químicas do corpo. Eu discordo totalmente. O amor é subjetivo demais para a ciência explicar. Para mim, o amor é quando você se sente bem apenas por estar perto da pessoa; é quando, pela primeira vez, se pensa mais no outro do que a si mesmo; amar é também ter medo... medo de não ser correspondido e de não corresponder às expectativas. Amar talvez seja escrever um texto sobre o amor, mesmo não sabendo direito o seu significado.

Desculpe não saber mais coisas. Desculpe se não correspondi às suas expectativas. Isso é tudo o que sei.

18 setembro 2009

"Programa Novo", um programa novo

A Tv Cultura realmente é a TV que faz bem! Estava eu, zapeando pelos canais na semana passada, quando me deparo com um programa novo, que nunca tinha assistido antes. Estava acontecendo a estreia do Programa Novo, apresentado brilhantemente pelos simpáticos Zé Brites, Roberta Youseef, Rodolfo Rodrigues, Carlos Carlos (sim, o nome dele é 2 vezes Carlos), além da psicodélica Cláudia Dorei e da gatíssima Gabi França, a garota do link.

Programa Novo é um programa com um mix de muitos assuntos, que vão desde música e internet, até culinária e humor (é impagável ver o show de improvisações do Jogando no Quintal). Mas mais do que tudo isso, é um programa feito de jovens para jovens, sem precisar cair nos temas clichês como sexo e drogas. A Tv Cultura, desde os tempos de Pé Na Rua, trata nós, jovens, como seres pensantes que somos, e não como os consumistas e rebeldes dos quais sempre nos rotulam. Ao invés de fazermos as perguntas, no Programa Novo somos nós quem damos as respostas, e dar esse espaço aos jovens já é, por si só, um grande avanço.


E, provavelmente, o maior acerto de Zé Brites e companhia foi conseguir quase que fundir a televisão e a internet, já que no Programa Novo os internautas participam ativamente, enviando perguntas, comentários e sugestões através do site, chat, twitter ou orkut do programa, e estas mensagens são lidas ao vivo, em tempo real.

O Programa Novo é rebelde, sem ser delinquente; é inteligente, sem ser inacessível; é diversificado, sem ser raso; e, acima de tudo, é a cara dos jovens. Troque pelo menos uma vez a novela das 6 e os programas sensacionalistas que passam aos montes nos fins de tarde, para assistir algo que realmente valha a pena. Assistam ao Programa Novo!

Obs1 - A TvCultura é sensacional, né? Só ela consegue reunir feras como Antônio Abujamra, Jairo Bauer, Herodoto Barbeiro e Professor Pasquale no mesmo lugar.
Obs2 - Isso sem falar nos que já passaram por lá, como Serginho Groisman e Marcelo Tas.
Obs3 - Isso sem falar nos ótimos programas, como Roda Viva e Provocações.
Obs4 - Sou um órfão do Pé Na Rua.
Obs5 - Como diria Professor Pasquale, "é isso".

13 setembro 2009

Dan Pessôa Irrita Éder

Olá! Este é o quadro "Dan Pessôa Irrita"... uma cópia barata e mal-feita do programa "Irritando Fernanda Young", do Canal GNT. Por não ser da Rede Globo, os entrevistados são meros desconhecidos para o grande e pequeno publico. Mas quem disse que no anonimato não há grandes mentes?
Você pode gostar do podcast ou acha-lo irritante. Em ambos os casos, meu objetivo estará sendo cumprido.

O primeiro entrevistado de hoje Éder Pessôa. Dizem que ele é fotogênico, amigo, distraído, criativo, cinéfilo e alegre em tempo integral... outros dizem que é um mero recepcionista. Mas, afinal, quem liga para o que os outros dizem?




Obs - Fernanda Young ficaria um tanto irritada ao ver essa postagem...

07 setembro 2009

Independência ou Morte

Hoje é 7 de setembro, data tão festiva, pois foi a independência desta terra tão querida!

Hoje comemoramos o dia em que nosso corajoso imperador Dom Pedro I, às margens do Rio Ipiranga, gritou um alto e sonoro "Independência ou morte!", livrando o Brasil da influência permanente de nossa, então, metrópole Portugal. Hoje o exército brasileiro se mobiliza e sai nas ruas em passeata, relembrando o dia em que nosso país conseguiu sua soberania.
Porém, será que somos realmente livres e independentes? A resposta provavelmente é "não".

Ainda sofremos diversas influência. Somos dependentes das multinacionais do mundo inteiro, dos filmes norte-americanos, dos best-sellers ingleses, da tecnologia nipônica, dos produtos extremamente baratos da China, da moda europeia... e de brasileiro mesmo, temos a corrupção, que tanto faz nosso povo sofrer, e a violência, morbidamente comentada pelo jornalismo sensacionalista de nosso país.

A independência é um processo que ainda está acontecendo, e que provavelmente demorará muito tempo para se encerrar. Claro que temos que comemorar o 7 de setembro, pois com nossa autonomia de Portugal garantida, pudemos andar com nossas próprias pernas. E não estou reclamando da globalização, que é algo fundamental pra qualquer país nos dias de hoje. Estou reclamando da nossa falta de patriotismo; estou reclamando da falta de motivos que temos para sermos patriotas. Quando será que conquistaremos nossa independência?

Obs - Odeio fanfarra... eles me acordam quando to dormindo!

02 setembro 2009

Ao meu amigo José Luis

Estava eu, voltando do serviço, indo pegar o ônibus no terminal, quando vejo uma figura muito familiar. De longe, avistei um grande amigo meu, que não via há 4 anos, desde minha 8ªsérie.

José Luis não tinha mudado em nada. A mesma aparência e o mesmo olhar vago e ao mesmo tempo penetrante. Ele também me reconheceu. Fui direto ao encontro dele. Ele me estendeu a mão.

- E aí Zé, como tá?
- Tô bem - respondeu com aquele jeito inconfundível.
- Estudando muito?
- É isso aí!

Esse foi nosso breve papo. Meu ônibus já estava saindo. Não podiamos nos falar mais. E também o olhar de Zé já estava um tanto desinteressado no assunto. Ele realmente não tinha mudado em nada. José Luis tem deficiência mental, e me orgulho muito em ter estudado com ele. Com sua convivência, eu e todos os que estudaram com ele aprendemos coisas que a escola, sozinha, jamais conseguiria nos ensinar.
Inclusão é a palavra! Alguns amigos meus daquela época são estudantes, soldados, trabalhadores ou vagabundos. Todos mudaram, para melhor ou para pior. José Luis, ao contrário, continua sendo José Luis. Ele é o que restou de mais autêntico da melhor fase de minha vida: a 8ª série.

Pra todos os que estudaram com ele, Zé nunca foi um deficiente mental, mas sim, um grande e especial amigo!
Quem não consegue conviver com diferenças é que é deficiente.